Línguas Estrangeiras em Contexto Empresarial: 6 Dicas para Melhorar

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Ana Bela Cabral

Introdução

As línguas estrangeiras que aprendemos na escola são insuficientes para o mundo do trabalho. Mais tarde, na vida ativa precisamos das Línguas Estrangeiras em Contexto Empresarial.

Não, não é uma crítica ao sistema educativo ou aos professores. A explicação é simples: tratando-se muitas vezes de iniciações, as aulas focam-se na aquisição de vocabulário geral, na gramática (sobretudo, na conjugação verbal) e na compreensão escrita. E porque os ritmos são díspares numa sala de aulas, a produção oral é, na maioria das vezes, deixada para segundo plano.

Ora, no dito mundo do trabalho, a produção oral é a competência linguística mais requisitada e necessária.

Um esclarecimento prévio: entendemos por “formação em contexto empresarial” aquela que é facilitada, online (preferencialmente, de modo síncrono) ou presencialmente, no seio de uma mesma empresa, ou seja, todos os formandos pertencem à mesma entidade empregadora.

Línguas Estrangeiras em Contexto Empresarial: Benefício duplo

I. Do empresário

Não restam dúvidas de que, para a empresa, a formação em contexto de trabalho é mais conveniente: os processos podem ser controlados e avaliados mais facilmente, os formandos não têm de se deslocar e pouco tempo é “roubado” aos seus afazeres profissionais.

Num estudo levado a cabo por Rosetta Stone – 5 Reasons Leaders invest in language training – fica demonstrado que uma estratégia de formação em línguas, em contexto empresarial, pode aumentar em 63% o empenho dos colaboradores (aumentando também a taxa de retenção dos mesmos). Dito de outra forma, as empresas têm todo o interesse em investir em formação em línguas, em contexto de trabalho.

II. Do colaborador

Do lado do colaborador, as vantagens são múltiplas: melhoria da confiança e da autoestima, do desempenho, da motivação, etc.

Ao ter formação disponibilizada pela sua empresa empregadora, o colaborador não despende do seu tempo e recursos pessoais.

É por isso importante que, quando necessário, o colaborador dê o primeiro passo e reporte as suas dificuldades e necessidades formativas às chefias.

6 dicas

Mas, afinal, como pode o colaborador melhorar o seu desempenho linguístico (sobretudo, a produção oral) em contexto empresarial? Partilho convosco 6 estratégias já testadas pelos meus formandos e com bons resultados.

  1. Para falar é preciso escutar… muito! A relação é direta e proporcional: quanto mais ouvirmos a língua-alvo, melhor a falamos. Aumenta-se a retenção de vocabulário e de expressões, aperfeiçoa-se a pronúncia, etc. Como? A dificuldade é apenas escolher a fonte: podcasts, vídeos, séries curtas (começa por peças pequenas).
  2. Lê na língua que estás a aprender. Começa também por peças mais pequenas, pequenos artigos sobre uma área do teu interesse (não necessariamente da tua área de trabalho), artigos de jornais ou revistas, vídeos com uma legendagem credível, etc. Aos poucos, verás a receção de e-mail mais técnicos como um desafio e uma tarefa prazerosa.
  3. Faz glossários. Se possível, à mão, num caderno (escrever à mão é uma das melhores formas de reter informação) ou num ficheiro do teu PC. Podes criar 2 glossários: um contendo o teu jargão profissional e outro para expressões mais comuns e idiomatismos. Fixa um objetivo preciso (por exemplo, inserir 5 termos ou expressões todas as semanas) e aloca um momento da tua semana para rever essas listas de vocabulários.

A Eleva® criou recentemente uma ferramenta excelente para criar glossários; trata-se de um Infinite Book® no qual podes ir criando os teus glossários à mão, fotografá-los e guardá-los no teu telemóvel para consulta rápida, e ir pagando e reutilizando o caderno ad infinitum, de forma ecológica (se quiseres adquirir o caderno “Eleva o Teu Vocabulário”, contacta a marta@localhost).

 

Línguas Estrangeiras em Contexto Empresarial

 

  1. Prepara-te para um exame internacional ou para um teste de subida de nível linguístico (a Eleva® pode ajudar-te!). O facto de teres um objetivo de avaliação no horizonte, ajudar-te-á a manter o foco e a consistência.
  2. Fala, fala, fala… Mesmo que sem motivo. Fala sozinho/a, em frente ao espelho, no carro, no escritório com os restantes colegas… A nossa capacidade de autocorreção é impressionante e, ao falarmos em voz alta, apercebemo-nos mais facilmente de algo que não pronunciámos bem ou que não nos soou bem.
  3. Se possível, faz estadias no estrangeiro, em países falantes da(s) língua(s) que estás a aprender. Idealmente, recorre a entidades que possam organizar tudo por ti: a viagem, a estadia em imersão total, as aulas de língua (individuais ou em grupo), visitas estratégicas… Neste capítulo, recomendamos o nosso parceiro Edu4Word.

Conclusões

O desafio da formação em contexto empresarial é cativar os formandos, motivando-os o suficiente para que se dediquem à ação de formação e esta não seja considerada tempo perdido, acabando por concorrer com as restantes tarefas profissionais…

Cabe ao formador / à entidade formadora zelar para que tal não aconteça.

Formar em línguas, em contexto empresarial, não deve ser uma reprodução do ensino das línguas em contexto escolar ou em escolas ou institutos de línguas. O formador deve “mergulhar” no mundo profissional do formando, na história da empresa onde este trabalha, nos processos de trabalho, nas tarefas de cada um.

Formar em línguas, em contexto empresarial, é o que a Eleva mais faz e mais gosta de fazer!

Cada projeto é uma nova empreitada, uma aventura!

A tua empresa precisa de formação em línguas? Fala com a Marta!

marta@localhost

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